Ocorreu um erro neste gadget

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

8 logos clássicas repensadas para o apocalipse zumbi


Se os zumbis acabarem com o nosso mundo, talvez algumas coisas precisem ser revistas.

Um dos seres tenebrosos que mais povoam a mente das pessoas nos últimos anos é, sem dúvida, o zumbi. Na literatura, no cinema, nos video games ou na TV, não é difícil encontrar histórias apocalípticas que colocam os mortos-vivos como os grandes algozes da humanidade.
Pensando nisso, o site Inspiration Feed publicou uma lista com logos clássicas repaginadas para um futuro sombrio e dominado por zumbis.

8 logos clássicas repensadas para o apocalipse zumbi 

O famoso coelhinho da Playboy foi infectado e talvez seja melhor você manter distância dele.


8 logos clássicas repensadas para o apocalipse zumbi 

Café com... Tripas! Talvez o Starbucks não seja a melhor das opções para tomar um cafezinho pós-apocalíptico.



8 logos clássicas repensadas para o apocalipse zumbi 

Barbie, a boneca mais loira e famosa do universo foi mordida e parece que nem o Ken sobreviveu.


8 logos clássicas repensadas para o apocalipse zumbi 

A petrolífera Shell também não escapou da invasão dos mortos-vivos.


8 logos clássicas repensadas para o apocalipse zumbi 

Chegou a hora das aveias Quaker comerem você no café da manhã.


8 logos clássicas repensadas para o apocalipse zumbi 
Jogar basquete com cabeças é o esporte do futuro zumbi. Na imagem, a sigla DOA significa “dead on arrival” e é um termo usado para designar pacientes clinicamente mortos quando da chegada de ajuda médica.


8 logos clássicas repensadas para o apocalipse zumbi (

O lema da LG é “life’s good”, “a vida é boa” em português. Depois dos zumbis, um bom lema seria “life’s over” ou, traduzido, “a vida acabou”.


8 logos clássicas repensadas para o apocalipse zumbi 

A companhia FedEx, uma das mais conhecidas no mundo todo quando o assunto é logística, também teve uma revisão: Fed On, ou, em português, “alimentado”.


Crianças etíopes hackeiam o Android em cinco mesCrianças etíopes hackeiam o Android em cinco meses !


Projeto OLPC (One Laptop Per Child) distribuiu centenas de tablets a crianças na Etiópia, sem qualquer tipo de instrução — e acabou com uma bela surpresa.

Crianças etíopes hackeiam o Android em cinco meses 





















Quais são os pré-requisitos de um bom aprendizado? Um professor atencioso com uma respeitável bagagem cultural? Talvez. O problema é que, em certas regiões da África, não apenas é difícil encontrar adultos instruídos como é bastante raro topar com alguém que saiba ler e escrever.
Isso dificulta as coisas, é claro — mas também serve de estopim para algumas propostas realmente criativas, como a mais recente empreitada do projeto OLPC (One Laptop Per Child). Munidos de milhares de Motorola Xoom, alguns membros da organização partiram para a Etiópia, a fim de distribuir os exemplares para diversas crianças que não apenas desconheciam tecnologias do gênero, mas que jamais haviam visto uma única palavra impressa.


De nenhum conhecimento a um “hack” de Android

O diferencial? As caixas foram apenas deixadas lá, sem qualquer tipo de instrução — pelo menos, nada além de “Que tal estas caixas? Façam o que quiserem com elas”. A ideia era simples: aplicar uma lição de autodidatismo às crianças e, posteriormente, colher os resultados da experiência que seriam registrados em um cartão de memória embutido em cada Xoom.

Crianças etíopes hackeiam o Android em cinco meses






















Eis a grata surpresa, entretanto, conforme descreveu o próprio fundador da OLPC, Nicholas Negroponte, durante conferência realizada no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussets):

“Nós deixamos as caixas no vilarejo. Fechadas. Lacradas. Sem qualquer tipo de instrução e sem ninguém para explicar. Eu achava que as crianças iriam brincar com as caixas! Mas em alguns minutos, uma criança não apenas abriu a caixa como também encontrou o botão on/off. Ele jamais havia visto um botão on/off. Ele ligou ligou o tablet. Em cinco dias, eles estavam utilizando uma média de 47 aplicativos por criança por dia.”

E ele continua:

“Em algumas semanas, passaram a cantar músicas em inglês pelo vilarejo. E após cinco meses eles hackearam o Android. Isso porque algum idiota da nossa organização ou do Media Lab havia desabilitado a câmera. Eles descobriram que havia uma câmera e alteraram o Android.”

O experimento da OLPC teve início no início deste ano e se propunha a verificar se as crianças poderiam aprender a ler e a escrever em inglês. De fato, a experiência foi além dos meninos e meninas. Conforme alguns estudos prévios da organização mostraram, é comum que os filhos acabem aprendendo e ensinando os próprios pais.




terça-feira, 16 de outubro de 2012

Experimento faz com que gotas de água flutuem em cima de uma piscina

     Ao entrar em contato com uma superfície líquida que está vibrando, as gotas de água não são diluídas e ficam flutuando.             



O vídeo acima contém imagens derivadas de uma pesquisa de dinâmica de fluídos. Mais especificamente, ele apresenta uma façanha realizada pelos físicos Pablo Cabrera-Garcia e Roberto Zenit, da Universidade Nacional Autônoma do México — que utilizaram uma câmera de alta velocidade, uma piscina, água e um alto-falante para realizar um experimento bastante interessante.

Normalmente, ao jogarmos uma gota de água em um recipiente que contém o mesmo líquido, a gota baterá na superfície, realizará um pequeno salto e, ao cair novamente, irá se misturar com o restante da água.

No entanto, se colocarmos o recipiente (no caso do experimento acima, uma piscina) em contato com um alto-falante — que faz com que o líquido fique com uma vibração constante —, a gota não irá se misturar com o restante da água. Nesse caso, ela irá saltar em um primeiro momento e ficará levitando em seguida, em cima da superfície líquida.

E é esse procedimento que o vídeo produzido pelos físicos Cabrera-Garcia e Zenit apresenta. No início da gravação, é mostrada a ação natural da gota de água — que colide com a superfície do líquido, salta e se “dilui”. No entanto, logo em seguida já é apresentada a curiosa reação das gotas em contato com uma superfície que está vibrando. Vale a pena conferir!

Fonte: Physics Central