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segunda-feira, 23 de abril de 2012


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"Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo."

A amizade ..


A amizade consegue ser tão complexa...
Deixa uns desanimados, outros bem felizes...
É a alimentação dos fracos
É o reino dos fortes

Faz-nos cometer erros
Os fracos deixam se ir abaixo
Os fortes erguem sempre a cabeça
os assim assim assumem-os

Sem pensar conquistamos
O mundo geral
e construimos o nosso pequeno lugar
deixando brilhar cada estrelinha

Estrelinhas...
Doces, sensiveis, frias, ternurentas...
Mas sempre presentes em qualquer parte
Os donos da Amizade...

Poeminha Sentimental

O meu amor, o meu amor
É como um fio telegráfico da estrada
Aonde vêm pousar as andorinhas...
De vez em quando chega uma
E canta
(Não sei se as andorinhas cantam, mas vá lá!)
Canta e vai-se embora
Outra, nem isso,
Mal chega, vai-se embora.
A última que passou
Limitou-se a fazer cocô
No meu pobre fio de vida!
No entanto, o meu amor é sempre o mesmo:
As andorinhas é que mudam.

Tecnologias da informação e comunicação


"NOS LIVROS ESTÁ TUDO"


"No Egito, as bibliotecas eram chamadas de Tesouro dos remédios da alma; de fato, nelas cura-se a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a que da origem a toda as outras!" 
                                                             (Jacques Bénigne Bossuet. )

Nunca diga.

Nunca diga
o que eu digo,
Se eu digo
"esta flor é vermelha",
diga:
"esta flor é amarela".

Se eu digo:
"não arranque esta flor",
diga:
"vou arrancar esta flor".

Se eu digo:
"cuidado com os espinhos"
diga:
"não ligo para os espinhos".

não diga
o que eu digo,
por isso
não poderá dizer:
"esta flor é amarela"
"vou arranca esta flor"
"não ligo para os espinhos"

pois quem disse
fui eu
e não você

Então agora,
o que tem
a me dizer?
                                         Heitor Ferraz (inédito)

Poemas (Soneto)


                      Soneto de Separação
                             Vinicius de Moraes

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.

De repente não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.

Fez-se do amigo próximo, distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.

Poemas (Quadras)


Sexta-Feira faz um ano 
Que meu coração fechou
Quem mora dentro dele 
Tirou a chave e levou.  (Tradição Popular.)



Tome lá, minha menina,
O ramalhete que fiz.
Cada flor é pequenina,
Mas tudo junto é feliz. (Fernando Pessoa.)

Poemas (Haicas)

                    Noturno
          (Guilherme de Almeida)
 
Na cidade, a lua:
a joia branca que boia
na lama da rua.



         Matsua Bashô

         Velha Lagoa
        o sapo salta
        o som da água


                 

segunda-feira, 2 de abril de 2012

A vida de Lucas Santos

  Lucas nasceu em Joinville, estudou na escola Arnaldo e, logo depois, veio para o Zulma onde está fazendo o 9º ano .Sua lembrança de infância foi quando ganhou sau primeira bicicleta e foi onde aprendeu a andar, e a gostar de andar de "bike".
  Ele adora ir pá praia, e comer pizza com sua familia e a amigos.Lucas ama cachorros, mais sua maior tristeza foi a perda de seus avós maternos.
  Ele gosta de preto e de assistir filmes e séries como "Filha do mal" e "Friends".Para ele o perdão é uma coisa fácil mas detesta a ignorância das pessoas.Seu objetivos é estudar e passar de ano para um dia realizar seu sonho de ser engenheiro.
  A perspectiva de Lucas para esse ano é que o mundo não acabe para que ele continue com sua família, porque são as pessoas que  valem outro na vida dele.Sua frase para a vida é "Lutar sempre,cair talvez, desistir jamais".